A vida ideal é convergente?

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Para simplificar a vida, muitas pessoas optam por adaptar seus desejos à realidade. Nada mais natural e muitos especialistas “racionais” diriam que é a única forma de adequação possível.

Para transformar a realidade, o mais importante é mudar a mentalidade e a forma de interpretar o que se vê e até mesmo ressignificar as memórias acessadas pelo conjunto de massa cinzenta.

Já dizia Aristóteles que a felicidade é o estado natural do ser humano. Tudo deve ser realizado para que essa teoria se cumpra. Para isso, é necessário fugir do convencional.

E como moldar a vida para que ela seja ideal ou bem próxima disso?

A solução exige que se cortem as asas ou redimensione o tamanho dos sonhos?

A melhor maneira é explorar as possibilidades para que a busca pelo ideal não se transforme em obrigação de aceitar o possível, que resulta na síndrome da falta de opção e que implica em se contentar com a limitação, restrição ou escassez de alternativas. Ao expandir as opções, a vida ideal passa a ter sabor de conquista e não de fuga ou motivação extrínseca para confortar as mazelas impostas até pelas próprias crenças limitantes.

Persistir no círculo vicioso é uma forma de superação? Claro que não!

Acreditar no futuro, ter esperança e sonhar são sinais vitais para qualquer conquista. Além disso, a motivação intrínseca de desejar algo que vem de dentro da alma, cria significados profundos em todos os acontecimentos associados a essa jornada.

A vida ideal pode convergir com a lógica aristotélica, de que tudo corrobora para a felicidade das pessoas. E nesse contexto, quem busca alinhar seus propósitos a essa condição “natural” pode se beneficiar muito para obter os melhores resultados e a satisfação de uma vida plena.

Ao celebrar essa conquista, a gratidão deixa de ser uma formalidade para demonstrar um sentimento. Passa a ser mais uma das sensações que compõem a plena satisfação mental e da alma.

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