Ponte aérea São Paulo – Brasília: Basquiat levou 282 mil visitantes no CCBB SP

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Eu fui uma das 282 mil visitantes que conferiu de perto as mais de 80 obras da retrospectiva de Jean Michel Basquiat na temporada do Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo.

A exposição esta maravilhosa e releva toda a personalidade do artista, que morreu de um coquetel de drogas em seu estúdio, em 1988. Ele começou sua trajetória aos 17 anos com um amigo, Al Diaz, fazendo grafites em prédios abandonados em Manhattan, sempre usando a mesma assinatura: “SAMO” ou “SAMO shit” (“same old shit”, ou, traduzindo, “sempre a mesma merda”).

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Agora, todo acervo com quadros, desenhos, gravuras e pratos pintados seguirá para Brasília (21 de abril a 1o de julho), e depois para Belo Horizonte (14 de julho a 26 de setembro) e Rio de Janeiro (12 de outubro a 8 de janeiro de 2019).

A mostra foi concebida com obras da família Mugrabi, dona das maiores coleções de Basquiat e também Andy Warhol. A vinda desse acervo ao Brasil, para quatro capitais, levou cerca de dois anos de negociações.

Nas palavras do curador da exposição, Pieter Tjabbes “Basquiat é um dos maiores artistas de ascendência afro-caribenha e é exaltado em todo o mundo. Ele é, fundamentalmente, um artista de Nova Iorque. Sua obra personifica o caráter da cidade nos anos 70 e 80, quando a mistura de empolgação e decadência da cidade criou um paraíso de criatividade. Sua obra reflete os ritmos, os sons e a vida da cidade. Ela sintetiza o discurso artístico, musical, literário e político de Nova Iorque durante este período tão fértil”.

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