A paixão


Sem querer desmoronar a imagem de beleza que a paixão pode ter, eu entendo que a paixão é a perversidade, o total desgaste, o oposto do amor. A paixão é o amor sem consciência, tão desastroso quanto um sentimento ruim como o ódio.

Pode ser positiva, sim, no primeiro momento, se você for inteligente e maduro, quando ela te impulsiona a buscar alguma coisa. Mas em pessoas imaturas – a maioria de nós, nesse quesito – a paixão é sempre destruidora. Porque ela não vê a verdade, ela cega. Em tudo. Na vida pessoal, no trabalho, na família. Se você é um apaixonado, cego de paixão, você passa por cima das pessoas para realizar o que quer. Seu resultado pode ser um sucesso, claro, porque fez com paixão, mas você foi grosseiro, antiético, mau caráter e desumano com um monte de gente. Vale a pena? Eu acho que não. Por isso é que digo que a paixão é perversa.

Não se apaixonar é impossível, não existe quem não se apaixone. A gente precisa é aprender a controlar a paixão para não destruir tudo ao redor. E como é que controla? Mais uma vez com consciência…

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